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Entenda como irá ficar o programa minha casa minha vida 2020 e saiba como ele irá funcionar.

 

Diferentemente do orçamento previsto dos anos passados, em 2020 o programa Minha Casa Minha Vida só irá reservar verbas para concluir unidades habitacionais que sejam destinadas a famílias de baixa renda. 

2019 foi o ano que completou 10 anos de aniversário do projeto, que até é considerado o maior apoio a famílias necessitadas no contexto habitacional. Porém no ano passado foram registrados um aumento no atraso das construções e liberações de recursos foram limitadas, causando dúvidas quanto a continuidade do benefício cedido pelo Governo Federal. 

Se você quer conferir a sua situação, como possível beneficiado pelo programa, iremos tirar suas dúvidas e tentar atentar para os valores selecionados pelo Presidente Jair Bolsonaro para este ano, como verbas para novos projetos. 

Investimentos para o minha casa minha vida 2020 

MINHA CASA MINHA VIDA 2020

Serão destinados R$ 2,23 bilhões para o programa Minha Casa Minha Vida. Esse é o volume destino para a faixa 1 de recursos e que irá garantir a execução de 233 mil unidades habitacionais que já estão em processo de andamento. 

A tendência é que a faixa 1 do programa tenha prazo para terminar e não prosseguir já em 2021. Isso se deve por conta das restrições orçamentarias e redução dos recursos do FGTS. A faixa atende pessoas com renda de até R$ 1800 mensais. O governo para esses casos subsidia até 90% do valor do imóvel. O restante pode ser financiado diretamente pelo banco estatal Caixa Econômica Federal. 


De 2014 a 2018 que foi o período de maior crise econômica do Brasil neste século, o percentual da faixa 1 caiu de 80 para 20%. Jair Bolsonaro pretende reformular o programa, porém ainda não foi apresentado um projeto conciso. 

 

Dados do Minha Casa Minha Vida em 10 anos

Lançado em 2009 pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o programa já atendeu 5,5 milhões de unidades habitacionais em dez anos, foram entregues 4 milhões de moradias neste período e sendo gastos cerca de R$ 460 bilhões ao longo deste tempo. 

Segundo arquitetos e urbanistas conceituados esta foi a primeira vez que a política habitacional no Brasil teve mobilização em subsidiar a população que não teria acesso a casa de nenhuma outra maneira. 

No atual governo Bolsonaro aconteceu a fusão entre o Ministério das Cidades que foi incorporado ao Ministério do Desenvolvimento Regional. Assim, são definidas as famílias que serão atendidas após a avaliação do ministro Gustavo Canuto. 

 

Como são dividas as faixas? 

As faixas de atendimento são quatro atualmente, desde a inicial até a faixa 3. Iremos explicar basicamente como funciona. 

FAIXA 1: O financiamento será feito em até 120 meses, com prestações nos valores atuais de R$ 80 a até R$ 270. A renda familiar precisará ser de até R$ 1800. É o caso que a Governo Federal auxilia com até 90% do financiamento. 

FAIXA 1,5: Oferecido para famílias com renda de até R$ 2.600. O imóvel é financiado com juros anuais de até 5%, acida da inflação atual. O prazo para pagamento é de até 30 anos. 

FAIXA 2: Os subsídios são de até R$ 29.000. Bancados pelo FGTS, são disponíveis para familiar com renda de até R$ 4.000. 

FAIXA 3: A última faixa do programa é mais moderada porém atende com juros mais baixos com comparação ao mercado. Para solicitar, a renda familiar não poderá passar de R$ 9.000. 

 

Obviamente que se você tem condições de comprar um imóvel a vista, está sempre será a melhor opção, principalmente se você pensar em descontos ou se livrar de juros. No entanto, o consórcio com lance embutido tem se mostrado uma ótima opção para aquisição de imóveis, seja comprar uma casa, apartamento ou ponto comercial.

 


O que irá mudar no programa Minha Casa Minha Vida em 2020?

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